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Gillette Press


Risadaria

Boa oportunidade para quem quiser cair no riso é o festival Risadaria 2012. O evento acontece na Capital, no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera..Mais

 

 



Escrito por alogilmar às 00h40
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  Quadrinhos e Ilustração na Imprensa

 

 



Escrito por alogilmar às 13h06
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Farrazine

 

Muitas revelações nesse bate papo com o figuraça Beto Potyguara em sua coluna "Betonando Geral" na revista virtual Farrazine. Click e baixe o PDF completo.

 



Escrito por alogilmar às 13h04
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Artistas do improviso

 

Link Diário do Grande ABC. Click 

 



Escrito por alogilmar às 08h15
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Cartoonist Ali Ferzat

Msnbc.com  Brutal Government Crackdown Claims the Hands of Syrian Cartoonist  By  Daryl Cagle



Escrito por alogilmar às 16h33
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Amy a Mil Traços

Matéria de Luis Felipe Soares para o Diário do Grande ABC

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Cartunistas de todo o Brasil fazem homenagem a Amy Winehouse no Shopping SP Market
 
De 30 de agosto a 18 de setembro, 44 artistas, em inédita “flash expo”, apresentam caricaturas da artista na Praça de Eventos do empreendimento
 
A caricatura é uma forma divertida que enfatiza e exagera as características físicas ou comportamentais que chamam a atenção e distinguem um personagem da vida real.  O desenhista (ou artista) precisa ter sensibilidade para fortalecer algumas nuances, carregando seu traço para acentuar gestos, vícios e hábitos particulares do individuo. Tanto para o sublime quanto para o ridículo, a boa caricatura capta os aspectos da personalidade e da alma da pessoa.
 
Poucas personalidades conseguem ser retratadas tão bem por meio da caricatura. Considerada uma das melhores cantoras de todos os tempos, menina branca de voz negra e sincera, Amy Winehouse é uma dessas personagens, que abandonou seus fãs de forma tão precoce e trágica, quando foi encontrada morta em sua casa no último dia 23 de julho. O cabelo estilo bolo de noiva, os olhos marcados com delineador e o corpo desenhado por dezenas de tatuagens são marcas características de um estilo e de uma personalidade.  
 
Como forma de homenageá-la, 44 cartunistas de todo o Brasil, profissionais e amadores, se reuniram, por meio das redes sociais, para criar uma “Flash Expo” com diversos desenhos da cantora. Trata-se de uma ação semelhante ao flash mob, mas com foco na produção de obras de artes gráficas. A exposição, batizada de “Amy a Mil Traços”, vai ser realizada na Praça de eventos do Shopping SP Market, de 30 de agosto a 18 de setembro. Na ocasião, o público terá a oportunidade de conferir 44 formas diferentes de ver Amy Winehouse. É o registro da cantora a partir da percepção e do olhar de cada cartunista convidado para o evento.
 
 “A exposição é uma homenagem justa e sincera, que se realizou de forma especial, como uma “Flash Expo”, organizada entre os diversos cartunistas do Brasil graças à Internet. Não sabemos se essa é a primeira ação realizada nesse formato, mas temos certeza de que nossa ideia surgiu como surgem as músicas de Amy Winehouse – por pura inspiração”, afirma José Alberto Lovetro, o Jal, cartunista, jornalista e curador da mostra.
 
A exposição “Amy a Mil Traços” acontece Shopping SP Market das 10h às 22h. Entrada gratuita.
 
 Cartunistas participantes: Amorim, Anderson Almeida, Bruno Honda, Caco Galhardo, Caó Cruz, Carvall, Cassio Mango, Cris Carnelós, Dálcio, Daniel Paione, Danyael Lopes, De Pieri, Dimaz Restivo, Edra, Fabrício R. Garcia, Fernandes, Flávio Luiz, Fraga, Gilmar, Guaico, Guilherme Bandeira, Izidoro, J. Bosco, Jorge Inácio, Júnior Lopes, Marco Souza, Minêu, Mônica Fuchshuber, Morettini, Morgani, Oscar, Paffaro, Paulo Cavalcante, Paulo Emmanuel, Paulo Moura, Rodrigo Mota, Siqueira, Silvano Mello, Stegun, Tiago Gomes, Viviane Yamabuchi, Wagner Ramari, Will e William Medeiros
  
SERVIÇO: Exposição “Amy a Mil Traços”
LOCAL: Shopping SP Market – Praça de Eventos
ENDEREÇO: Av. das Nações Unidas, 22.540 – São Paulo/SP
Data: de 30 de agosto a 18 de setembro
Horário: 10h às 22h
GRÁTIS
Estacionamento: R$5,00 por 2 horas e R$ 2,00 por hora adicional/ manobrista: R$8,00 e R$2,00 por hora adicional (carro); primeira hora R$3,00 e R$1,00 por hora adicional (moto)
INFORMAÇÕES: (11) 5682.3666 – www.shoppingspmarket.com.br
 Mais informações: D2 Comunicação – Tel. (11) 2691-4365
Bebel Medal
– bebel@d2comunicacao.com.br – (11) 8589-6642
Cassia Domingues – cassia@d2comunicacao.com.br – (11) 9631-0877
Lucas Martini – lucas@d2comunicacao.com.br - (11) 7897-1486



Escrito por alogilmar às 11h01
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Ocre HQMix

Matéria generosa do jornalista Luis Felipe Soares na edição de hoje do Diário do Grande ABC destacando a indicação da tira Ocre (quadrinhos não recomendáveis para pessoas românticas) na disputa do 23° troféu HQMIX. Nesta categoria de melhor tira disputam também os colegas Amely (Pryscilla), A Vida com Logan (Flávio Soares), Níquel Náusea (Fernando Gonsales), Piratas do Tietê (Laerte), Quase Nada (Fábio Moon e Gabriel Bá) e Sic (Orlandeli). Laerte, Fernando Gonsales? Rá! Sem chance!



Escrito por alogilmar às 10h20
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Livraria Folha

Tiras de "Ocre" fazem humor com sexo e vida a dois

 Divulgação 
O subtítulo de "Ocre: Quadrinhos Não Recomendáveis para Pessoas Românticas" (Zarabatana Books, 2011), do cartunista Gilmar, dá o aviso. Adoradores de comédias açucaradas e histórias de príncipes encantandos devem manter distância.

As tiras fazem humor com o que há de mais mundano, deprimente e escatalógico na convivência entre quatro paredes, com resultado hilário.

O traço caricatural e cartunesco do artista são a cereja do bolo deste universo que é tudo, menos "bonitinho".

Os quadrinhos foram publicados originalmente nos diversos jornais por onde Gilmar já passou, entre eles a Folha, o "Jornal do Brasil", a "Tribuna de Vitória", e o site Humor UOL.

O cartunista também é autor de "Pau Pra Toda Obra" (Devir, 2005) e "Para Ler Quando o Chefe Não Estiver" (Devir, 2004). Os dois volumes satirizam e fazem sarcasmo com o ambiente de trabalho e tudo o que ele pode ter de mais perverso e engraçado.

Livraria da Folha

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Escrito por alogilmar às 19h50
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Papo de Homem

Experiência sexual de Gilmar Barbosa vira livro

Para quem gosta de quadrinhos, humor e bastante sacanagem, acaba de ser lançado o álbum Ocre (Zarabatana Books) de Gilmar Barbosa. Na obra o cartunista descreve tudo o que aprendeu com sua experiência sexual (ou com a falta dela), mas nunca teve coragem de contar.

Ocre é uma coletânea de tirinhas que mostra o que há de mais engraçado na relação entre homens e mulheres. É quase impossível não cair na gargalhada com a capacidade de Gilmar em mostrar o lado mais patético da sexualidade. Sem falar que ele quase tudo ali é autobiográfico (provavelmente ele vai desmentir isso nos comentários).

O trabalho de Gilmar tem muita personalidade. Qualquer fã de quadrinhos nacionais experiente reconhece seu traço até numa porta de banheiro. Seu humor doentio e cheio de boas sacadas tem espaço entre leitores que curtem quadrinhos alternativos. Somente agora, através de uma divulgação mais espontânea, que Gilmar tem ganhado a prateleira do grande público.

O lado patético da sexualidade traduzido em traços

O cartunista já apresenta uma sólida carreira de cartunista com passagem pela maioria dos grandes jornais brasileiros. Inclusive, um de seus álbuns foi fruto de um projeto do governo que incentiva a produção de histórias em quadrinhos, o Programa de Ação Cultural (Proac).

Batemos um papo com Gilmar, relembrando momentos de sua carreira e fazendo um panorama sobre a atual cena do mercado brasileiro de quadrinhos. Confira:

Como alguém começa a fazer quadrinhos e se torna um cartunista profissional?

Eu vejo isso como uma história particular de cada um. No Brasil, não tem escola ou faculdade com os moldes dizendo exatamente como se formar, como atuar no mercado, então você faz isso meio que na raça abrindo trincheiras de maneira muito individual. Eu, por exemplo, trabalhava em uma fábrica de porcelana, em 1984, e o pó que voava transformava as paredes em grandes telas brancas. Eu passava as tardes desenhando com o dedo, (dedo que aliás perdi um pedaço na prensa da mesma fábrica). Certo dia o chefe me deu uma bronca que me deixou frustrado. Naquele dia, que era uma sexta-feira, decidi que não mais voltaria lá.

Foi a partir de segunda-feira que resolvi batalhar por uma carreira profissional. O meu primeiro trabalho como cartunista foi no sindicato, onde atuei por mais de dez anos na imprensa sindical. Era a década de 80, quando os sindicatos do grande ABC tinham grande importância na mudança política do país. Com o tempo e de acordo com as vivências, fui me formando e enquadrando dentro de um estilo de trabalho. Isso influencia na maneira de fazer quadrinhos e o tipo de traço que desenvolvi.

Dá pra pagar as contas, sustentar a patroa e encher a geladeira de cerveja?

Acho engraçada essa pergunta. Muitos colegas já me citaram como alguém que sabe administrar e viver dos quadrinhos sem realizar outras atividades paralelas, ou seja, sempre vivi única e exclusivamente do meu trabalho. Isso talvez por não ter uma origem “bicho-grilesca” e sim de migrante nordestino e como vários que vieram pra São Paulo, senti na pele a dificuldade. Lembro bem do sabor da farofa no pau de arara. Como não tinha chance para errar soube administrar cada centavo. Portanto, pago as contas, encho a geladeira de cerveja e compro meu Engov.

Além disso, tinha dois sonhos de consumo, um era fazer um tour pela Europa, o outro era comprar sobrancelha no supermercado. O primeiro já consegui.

Qual é a rotina de trabalho de um cartunista? Quantas horas você dedica por dia para isso?

Já tive vários modelos de rotina. Um em que andava com a prancheta a tiracolo, me acompanhava até na cama, dormia abraçado com ela para se caso rolasse alguma ideia anotar para não perder. Inclusive na hora do pega pra capar… “Para tudo que preciso fazer um rafe!!!”.  Em outro, sentava em um parque ou em um bar e ficava observando o comportamento humano, matéria prima para o trabalho de um cartunista. Já tive rotina de redação de jornal diário, onde aguentei pouco mais de dois anos (fábrica de fazer maluco, não que eu seja muito certo da cabeça). Eu odiava quando eram quatroda tarde e rolava aquele frisson: as pessoas chegando, sorridentes e contando o que fizeram durante o dia, tinha que dar beijinho e cumprimentar todo mundo.

Eu achava um pé no saco aquilo tudo. Além disso, sou uma pessoa que somatiza toda a periferia do ambiente então imagina isso em uma redação de jornal onde tem televisões ligadas, o telefone não para, repórteres correndo porque não sei o que explodiu, não conseguia trabalhar e pedi para sair. Hoje trabalho no meu casulo, mais tranquilo e entre uma corrida e outra à padaria tenho uma disciplina de cumprir os compromissos que assumo independente do horário.

Que referências culturais e artísticas formaram seu estilo de desenhar e criar suas tiras?

Olha só, não tenho grandes nomes ou referências para citar como inspiração ou influência. O que eu fiz até hoje foi sem maiores pesquisas, foi meio que indo conforme batia o vento; claro que os Los Três Amigos, Angeli, Laerte e Glauco foram importantes para o resultado do que faço hoje, as tiras em quadrinhos, talvez uma das linguagens que mais gosto de fazer tenha vindo deles. Escuto coisas do tipo, ah seu trabalho tem coisas de Asterix, Mortadelo e Salaminho ou outros que nunca ouvi o nome, etc. Se tem algo parecido com algum outro tipo de trabalho, arte ou autor, é inconsciente.

Uma coisa eu sei, preciso me reciclar nos traços, sempre tento mudar um pouco a forma para me sentir estimulado, muitas vezes me engano porque segundo alguns amigos, o estilo do desenho é o mesmo, Tenho dúvidas, repare o traço dos quadrinhos “OCRE” e do Guilber, por exemplo. Acho bem diferentes.

Você é um dos poucos autores brasileiros que estão sempre lançando seus trabalhos, nem que seja de forma independente. Fale um pouco sobre isso.

Tudo que fiz até hoje foi pautado, quer seja para jornal, revista ou livro, após a publicação direcionada para esses veículos acabo sempre fazendo uma coletânea em álbum simbolizando um ponto final naquela série. Na maioria dos livros que publiquei tive respaldo de editora, O único diferente teve incentivo do governo como o Caroço no Angu, o primeiro livro publicado pelo Proac. Destes, destaco um trabalho diferente que é o OCRE – Quadrinhos não recomendáveis para pessoas românticas foi o único não pautado e percebi que é muito mais prazeroso fazer aquilo que você acha e acredita que deve gastar seu precioso tempo.

Quando você começou a publicar seus trabalhos? Desde então já trabalhou em quais lugares?

Meu primeiro desenho publicado foi num jornal chamado A voz de Mauá. Foi uma charge da morte de Tancredo Neves em 1985. Depois fui trabalhar na imprensa sindical onde passaram vários outros cartunistas nos anos 80, atuei 10 anos. Em seguida, fui para o Diário Popular que depois virou Diário de SP, fiquei 7 anos fazendo tiras em quadrinhos, depois fiz Folha de São Paulo uns 4 anos, fazendo quadrinhos para o Folhateen, nesse meio tempo, publicava tiras em revistas e em outros jornais fora de SP e de Portugal. Fiz O Pasquim 21, Bundas, Jornal do Brasil, Diário do Grande ABC, Hoje, Jornal Tribuna de Vitória, etc. Paralelo a isso fiz ilustrações para livros em parceria com o ilustrador Fernandes, que é sócio da Boitatá Ilustrações comigo.

O que você acha do atual mercado de quadrinhos brasileiro?

Comparando com o que tínhamos antes, obviamente melhorou muito com a abertura dos olhos do governo para esse tipo de trabalho. Vieram as compras Governamentais e com isso as grandes editoras começaram a produzir adaptações literárias gerando um trabalho cada vez maior para os quadrinistas brasileiros. Tem também uma pequena parcela de autores que desenvolvem um trabalho autoral e que muitas vezes tem que ser valorizado lá fora para depois ser visto aqui, é um processo meio lento, mas que está no caminho. Agora vou ali na padaria tomar um café, tá afim?

Raphael Fernandes Via Papo de Homem

Formado em história na USP, decidiu jogar seu diploma fora trabalhando como editor da revista MAD. Atualmente, também é analista de mídias sociais, roteirista e redator. Perde mais tempo lendo e escrevendo do que contando dinheiro. Twitter: @raphafernandes. Blog: www.contraversao.com.



Escrito por alogilmar às 11h18
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Uma crônica resenha do Ocre

O último romântico morreu (meninas, não leiam essa postagem)

por via Quadro a Quadro

Existem coisas que a gente não fala.

Vou aqui reservar-me ao direito de não citar os nomes verdadeiros de meus amigos, apenas para preservá-los, porque sei que vem paulada depois. Principalmente das esposas deles.

Tenho um amigo – que chamaremos de Markinhos (com K que é pra ninguém saber quem é) – que é o fim da picada.

O Markinhos é o típico encalhado. Também pudera, não pode ver mulher!  É um tal de pegar na mão e dizer que você é muito linda pra cá, de eu sempre sonhei com uma mulher como você pra lá…

Tudo bem, também abro concessões ao romance. Principalmente se tiver intenções nada publicáveis com a moça. Mas o Marc…, digo, Markos me joga essa conversa fiada pra todas! E no primeiro dia!!!

Não é a toa que está solteiro até hoje.

Tem também o Jão. Esse se especializou em pegar mulher feia. Ok, todo mundo já pegou uma feia na vida (e não adianta apontarem seus dardos para mim meninas, é a mais pura verdade), mas o Jão forçava qualquer parâmetro com a realidade e não raro entrava no terreno do surrealismo.

Porque nem Dali tinha uma imaginação daquelas!

Todos achávamos que era porque ele ficava muito bêbado na balada. Quando estamos bêbados (e desviem suas armas, eu tô sendo sincero) todas as meninas são bonitas. Ou pelo menos dão um caldo.

Até o dia em que pegamos o João com uma senhora que, digamos, não pode ser qualificada sem que sejamos acusados de porcos chauvinistas (embora 99% dos homens não saiba de qual time esse tal porco é mascote).

Era meio dia e o Jão tava sóbrio. Não era uma questão de pinga barata, o cara simplesmente gostava de mulher feia.

Hoje o Jão tá casado. Não publicarei a foto da moça por uma questão de solidariedade ao companheiro. Ele já perde tempo demais escolhendo quais colocar no facebook…

CAPAddocrE tinha o Lilho. Bom moço, bom namorado da mesma menina desde o tempo do ginásio, estudioso e trabalhador. O menino de ouro que toda a mãe queria como genro. Pena que era extremamente infiel.

Mas não aquela infidelidade casual de adolescência. Tô falando de pegar qualquer coisa que lhe desse um sorriso. O Lilho era tão sem caráter que passaria uma cantada mais barata que a do Markos, numa mulher mais feia das que o que o Jão pegava apenas para terminar a noite bem.

Acabou rompendo o namoro de anos por causa de um rabo de saia que arrumou. Como o destino costuma ser cruel para caras como o Lilho, ele acabou casando com essa menina e aparentemente tomou jeito na vida.

Mas se eu fosse a esposa dele não confiaria. Caráter não se muda. E se ele já não tinha caráter naquela época, duvido muito que tenha encontrado algum nos últimos anos.

Só que esse tipo de coisa não se conta. Faz parte do mundo masculino e são segredos que guardamos a sete chaves. E depois convenientemente nos esquecemos de onde as colocamos.

Mas eis que outro dia vi um gibi lá na HQMix que me interessou. Comprei pra ir lendo no metrô.

Quase não chego em Itaquera, achei que tava infartando umas cinco vezes durante o trajeto.

Todos os nossos segredos estavam ali!

Não apenas um ou dois, encondidos entre as tiras, mas vários! O que pensamos, como agimos e principalmente: o que pensamos e como agimos em relação às mulheres, ao sexo ou as duas coisas juntas.

Quase pude ouvir o barulho das chaves caindo no chão…

O autor? Gilmar, cartunista renomado que, por tudo o que contou ali, sabe exatamente do que tá falando.

O nome da delação, digo, do gibi?  Ocre – Quadrinhos não recomendáveis para pessoas românticas.

A mulher feia, as traições, as brochadas (quer dizer, nunca aconteceu comigo, mas um amigo de um amigo do meu primo já sofreu com isso), tudo muito bem explicado, com texto descritivo e figurinhas ilustrando!

E o mandante de um crime desses? Uma tal de Zarabatana Books.

Humor ácido e cruel; traço ligeiro e cortante de tanta sinceridade.

Ocre é o tipo de gibi que não devia ser vendido como quadrinhos, mas como livro de terapia para homens adultos. Ou então livro de memórias. Ou ainda como livro de auto-ajuda para mulheres, assim elas leriam aquilo e pensariam duas vezes antes de botar a bola na marca do pênalti pra gente pra gente chutar.

O título avisa: não recomendável para pessoas românticas.

Vai vender horrores…



Escrito por alogilmar às 12h07
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Batalha dos cartunistas

A matéria da batalha dos cartunistas Gilmar, Ulisses e Caeto vai ao ar hoje, quinta-feira, às 23h. Logo em seguida já estará disponível em mtv.com.br/pcnatv!  Reprise: Sábado, às 13h30 e 0h30 / Terça, às 17h30.



Escrito por alogilmar às 10h57
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Gibizada



Escrito por alogilmar às 16h35
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Ocre Diario do Grande ABC

Diario do Grande ABC Link



Escrito por alogilmar às 12h23
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Review O C R E

Crítica boa a gente mostra. O C R E - Review do Universo HQ por Sidney Gusman .



Escrito por alogilmar às 12h21
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O C R E

OCRE - "Quadrinhos não recomendáveis para pessoas românticas" (Zarabatana Books), já em algumas livrarias do Rio e São Paulo. O lançamento será no dia 9 de abril, sábado, às 19h30, na livraria HQMix, Praça Franklin Rossevelt, 142 - Centro - São Paulo. (11)3259-1528.



Escrito por alogilmar às 10h51
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GilmarSobre o autor:
É cartunista, vive num casulo, é mal humorado, dependente de padaria, só fala muito quando bebe e já passou dos 40.







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a março de 2010)


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