Charge regional para Diário do Grade ABC



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 18h53
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Escrito por alogilmar@uol.com.br às 19h07
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OCRE



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 12h16
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Um dia a casa cai.
Sou literalmente uma pessoa relaxada...o carro está um grude total, folheto de imóvel adquirido em semáforo transborda pelo janela. Nunca vi, mas deve ter  ninho de barata em baixo dos bancos. Em casa, tudo que quebra ou estraga, nunca arrumo, desde a lâmpada que não acende ao pedaço de gesso que descola do teto, as plantinhas da sacada, aff.. Só tem os talinhos esturricados. E tem mais, as coisas que ganho por aí, como livros autografados, estão jogados perdidos nas estantes, um bom número de caricaturas da minha cara de bode, feitas por colegas cartunistas em eventos de cartunistas por onde passei estão perdidas pelos cantos da casa. Esta acima nem magino onde está, é uma desenho do mestre Will Eisner feito no festival de humor do Pernanbuco em 2001. Me apego sempre na mesma desculpa, ah, estou sem tempo agora, é o trabalho...



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 23h08
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Mias duas páginas do livro "Aventura no Quintal" em quadrinhos para Editora Moderna.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 22h05
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OCRE



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 13h58
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A república Aedes Aegypti



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 17h10
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Boitata Ilustrações



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 19h54
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PAU PRA TODA OBRA Mais...



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 11h17
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Mais uma das 12 páginas que fizemos ( Eu e  o Fernandes, que trabalhou o roteiro e a linha do traço) para o suplemento Diarinho do Diário do Grande Abc, é uma história que conta como funciona um jornal diário. Esta publicação deve sair no dia 18 de maio, domingo.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 19h23
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OCRE



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 13h36
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A turba do torce e lincha

Domingão com finais de campenatos por vários estados brasileiros, e como não poderia se diferente, os torcedores "troglôs" se manifestaram novamente deixando rastros de violência por onde passaram. Gostaria muito de ver um artigo do Cotardo Calligaris sobre essa questão dos torcedores que em bandos se tornam verdadeiros brutos ferozes.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 23h35
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Ócios do Ofício



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 13h56
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Fernandes em momento reflexivo nos estúdios da Boitata Ilustrações.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 13h46
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É só no final do mês, mas já vamos nos programando por aí, afinal, todo mundo tem agenda cheia, não é?



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 13h43
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Mascotes da série B do brasileirão, campeonato que começa agora em maio.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 17h03
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OCRE



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 09h53
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Violência doméstica lidera ranking de agressões contra crianças e adolescentes

Agência Brasil

Brasília - Os pais são os principais agressores contra crianças e adolescentes. A constatação pode ser vista na página da internet que mantém atualizadas as denúncias dos Conselhos Tutelares de todo o país, enviadas ao Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia). São 186.415 registros, de 1999 até hoje.

Também constata-se que os números de agressões contra crianças e adolescentes são altos pelo Disque 100, sistema que permite que qualquer um faça denúncias, inclusive anônimas. Em números absolutos, os casos de agressão por negligência ou agressão física e psicológica são 54.889 dos 111.807 registros. Isso representa 67,40% do total. Entre os registros, 242 são denúncias de violência com morte da criança ou do adolescente.

Diante do índice, especialistas em questões da infância, consideram que episódios como o da menina Isabella Nardoni, que morreu aos 5 anos, causando comoção por ter causas ainda desconhecidas, são mostras de um país ainda tolerante com a agressão contra crianças e adolescentes.

Para o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves, os dados revelam que a violência contra a infância é generalizada no Brasil e que há muita tolerância para com ela – o que faz com que as pessoas se sintam menos à vontade para denunciar.

“Devemos tratar do caso da menina Isabella e, a partir dele, refletir com toda a sociedade brasileira. Os números mostram que a violência contra a infância e a juventude é generalizada e, muitas vezes, a violência ocorre exatamente nos locais em que elas deveriam receber proteção, que são os lares, escolas e creches”, disse.

A coordenadora do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, concorda com o conselheiro do Conanda. Para ela, o que contribui para a manutenção deste quadro é a falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia.

“Existe um pensamento no imaginário popular de que não devemos interceder em problemas que ocorrem no âmbito familiar, o que é um equívoco. Mas, ao mesmo tempo, eu penso que o aumento dos registros no Disque 100 é pelo fato dele garantir o anonimato e a distância das pessoas”, analisou a coordenadora.

Ariel Alves, do Conanda, retoma a questão do papel da sociedade: “Não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira.”

A média de utilização do Disque 100, desde que foi implantado em 2003 até hoje, é crescente. Começou com 12 relatos por dia, passou para 38 em 2006 e chegou a 69 em 2007. Até março deste ano, foram contabilizados em torno de 93 casos diariamente.

Os dois especialistas atribuem o crescimento do número de denúncias à sensibilização de todos da importância em não se calar diante dos casos de agressão a crianças e a adolescentes. Para ambos, não se trata de aumento dos casos de agressão.

Alves citou estudo da Universidade de São Paulo sobre o tema: “Uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança da USP, feito entre 1996 e 2007, diagnosticou a existência de 159.754 casos de violência doméstica. E também concluiu que aproximadamente 10% dos casos de abusos e violência contra crianças e adolescentes são denunciados.”



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 09h51
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Mais duas páginas do livro "Aventura no Quintal" em quadrinhos para Editora Moderna em que eu e o Fernandes estamos dividindo as pinceladas fotoxópicas.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 09h42
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PAU PRA TODA OBRA



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 12h25
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Escrito por alogilmar@uol.com.br às 11h31
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Desenho meiguinho para encontrar as cinco diferenças.



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 21h00
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OCRE

 
Virada
 Vi, mas vi muita gente andando pelas ruas do centro de São Paulo entre a noite de sábado e tarde de domingo. Tentei ver também um show, primeiro no teatro municipal, fiquei uma hora numa fila que começava na galeria do rock e dava a volta no teatro, até que andou rápido, mas desisti logo que parou, então fiquei vendo um pouco do show do Melodia do lado de fora mesmo, em seguida tentei ver o show da Costa mas fiquei espremido na muntidão, que vale o destaque: todos muito bem comportados sem as baixarias típicas de show da paulista em virada de ano, claro, o público era outro completamente diferente, aliás, todos se amando  na São João lotada. Sim, gays e lésbicas em harmonia total.  Que coisa linda, Josane comenta " Acho que São Paulo está virando uma capital gay. Acho ótimo, assim teremos mega eventos como esse do final de semana sem baderneiros na rua.
Vi também tudo rodando na volta para casa, arghh... calculei mal as latas de cerveja, imagina no que deu. No dia seguinte, obviamente não tive saco para a Takai nem Lobão nem Ultrage, nem tinha mais pernas para andar, passei na HQMix, comprei o último livro do Fernandes Gonsales e fui pra casa esticar o esqueleto. Agora, lamentei não ter visto mesmo no arrocho do povo, a Évora.


Escrito por alogilmar@uol.com.br às 12h27
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PARA LER QUANDO O CHEFE NÃO ESTIVER OLHANDO  (MAIS...)



Escrito por alogilmar@uol.com.br às 14h00
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